sábado, 14 de abril de 2012

TU ÉS O OLEIRO, EU SOU O BARRO!

 “Agora, ó Senhor,tu és o meu pai,o meu oleiro, eu sou o barro e obra  de tuas mãos”
                                Senhor, tua Palavra
Me diz  que  sou  tua  obra  prima feitura tua pelas 
Tuas próprias mãos me criastes, fizeste-me segundo a tua  imagem. 

Deixaste as tuas marcas gravadas em mim

Tens  me  conquistado pelo teu  amor, pois mim  escolheste,

Me fizeste  para que eu  tivesse a  forma de teu  filho.
Para  isso  tens me  dobrado,  quebrado, moldado
Ao  teu  sabor, ao  teu  desejo a tua  vontade

Para  que  lá  na  frente ao olhares  para  mim
Possas  dizer  com  orgulho de pai

“este  é meu  filho,  este  é  meu  servo”
A  coroa  da  minha  criação.

Que  bom,   que  cuidas  de  mim.  Que  me  amas  tanto, 
Tanto   que  tens  o  meu  nome
Gravado  na  palma  de  tuas  mãos
Sei que, se todos me abandonarem,Tu Senhor! Jamais.

Por  isso  aqui  estou,  como   barro  nas  mãos  do  oleiro  
Quero  ter  no  meu  corpo,  na
minha  pele o  reflexo  de  tua  presença,

As  marcas  dos  teus  dedos  em  mim
Quero  ter  a  forma  para  qual  tu  me  criaste

Pois  me  escolheste  para  fazer  parte  de  teu  sonho
Onde  eu,   sou  o  teu  próprio  projeto.

Aqui,  estou  senhor como  vaso  nas  mãos  do  oleiro
Faças de mim o que quiseres
Torne-me um barro úmido,  
Sensível  ao  modelar de tuas  mãos.
Que  todos  vejam as  marcas  dos teus  dedos  em  mim. E  que  eu  tenho  estado  na  casa  do  oleiro
Que  a minha  vida  produza  em  outros o  anseio pelo  Deus  vivo. De também querer  estar  na  casa  do  oleiro.   Porque trago no 
meu corpo as marcas dos teus dedos.
                                                                             Tua filha, Nal Pontes

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